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Militares protestam contra João e vereador afirma: “Há muito não via tanta revolta na PM”


Policiais e bombeiros militares realizaram mais um protesto contra um projeto de iniciativa do governador João Azevêdo aprovado na Assembleia Legislativa, denominado de Lei de Proteção à categoria, o qual, segundo os críticos, traz prejuízos financeiros para ativos e aposentados.

Nesta segunda-feira, o ato ocorreu na cidade de Patos, onde homens e mulheres da PM e dos Bombeiros vestiram luto contra o projeto, demonstrando ainda maior indignação pelo fato de João Azevêdo ter ido à Justiça para obrigar PMs a dirigir viaturas mesmo sem o curso devido e exigido para a função.

Atendendo ao Estado, uma decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba obriga os militares a voltarem às funções de motoristas de viaturas, sob pena de uma multa diária de R$ 1.000, até o limite de R$ 30 mil, para cada PM.

De acordo com o vereador Sargento Neto, de Campina Grande, que esteve no protesto realizado na semana anterior em João Pessoa e, nesta segunda, na manifestação realizada em Patos, o clima nos quartéis é de revolta.

“Faz tempo que eu não via tanta indignação entre as tropas. Além do projeto, que prejudica demais os nossos irmãos militares, a forma como o governador judicializou a questão provocou um sentimento de verdadeira revolta”, frisou o parlamentar.

No dia 30, será a vez de Campina Grande receber a manifestação dos PM’s e bombeiros.

Em nota, o Governo do Estado nega que o projeto vá causar prejuízos aos militares. Antes de sancionar a matéria, João Azevêdo deverá receber representantes da categoria em reunião.

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