Há seis meses, vereador requereu informações à prefeitura sobre “efetividade do Probem”


No meio de um novo embate entre a Prefeitura de Campina Grande e o grupo do empresário Dalton Gadelha, desta vez com a judicialização de uma cobrança contra a Unifacisa, o Hora Agora relembra que há seis meses um vereador apresentou um pedido de informações à gestão municipal sobre o Probem, programa que está no centro do novo impasse judicial.

No pedido de informações, Alexandre destacou que, criado em 2015, o Programa Municipal de Bolsa de Estudos – Probem – já deveria ter beneficiado um grande número de estudantes oriundos da rede municipal de ensino de Campina Grande, matriculados em cursos de diversas áreas do conhecimento.

Com isso, Alexandre do Sindicato direcionou o requerimento com seis pontos: 

1. Quantas e quais instituições de ensino superior aderiram ao Probem;

2. Quantas instituições estão atualmente ativas;

3. Quantos alunos estão atualmente cursando uma graduação por meio do Probem, discriminando-se por instituição;

4. Quantos alunos já se formaram desde o início do programa;

5. Quais graduações esses alunos cursaram (número por curso);

6. Qual o montante de recursos públicos investidos no programa, ano a ano, desde sua criação até a presente data.

O documento, apresentado na Câmara, foi direcionado às Secretaria de Administração, de Finanças e à Procuradoria Geral do Município. Seis meses depois, o pedido de informações não foi respondido.

Nesta terça-feira, a Secretaria de Finanças afirmou que o Probem não assegura abatimento integral de ISS. Em cinco ações de execução, o Município cobra mais de R$ 33 milhões à Facisa.

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