Concessionária aponta que PMCG não é dona de imóvel e se recusa a religar energia de secretarias


A Prefeitura de Campina Grande recorreu à Justiça nesta quarta-feira, 14, solicitando que seja determinado que a empresa Energisa faça o religamento da energia elétrica do imóvel onde funcionam as secretarias de Administração e de Obras, no Centro da cidade.

A energia foi cortada a pedido do dono do prédio, que ingressou com uma ação de despejo contra o Município por conta de uma dívida de seis meses no pagamento dos alugueis. Segundo ele, a gestão do prefeito Bruno Cunha Lima não paga nem desocupa o imóvel.

A PMCG tentou o religamento de maneira administrativa, mas a Energisa negou a solicitação ponderando que, embora a prefeitura seja a ocupante do prédio, não é a proprietária.

Diante da negativa, o Município recorreu à Justiça apontando que a suspensão do fornecimento da energia prejudica serviços públicos e, portanto, o interesse coletivo.

Diante do quadro, os funcionários das duas pastas estão trabalhando de maneira remota.

A Justiça deve decidir a qualquer momento se acata o pedido da PMCG.


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