As informações foram colhidas pelo Hora Agora junto ao sistema de dados da Aesa. De acordo com a agência, a Paraíba tem atualmente 36 mananciais com volume entre 20.1% e 50% de sua capacidade, considerados em estado de observação.
Outros 20 encontram-se na faixa considerada de atenção, entre 10.1% e 20% da capacidade. E 46 encontram-se em condição crítica, com volume inferior a 10% da sua capacidade.
Veja a relação dos açudes em situação ainda mais crítica na Paraíba, com menos de 3% da sua capacidade:
1. Caraibeiras – Picuí – 0,00%
2. Jeremias – Desterro – 0,00%
3. São José III – São José dos Cordeiros – 0,00%
4. Gurjão – Gurjão – 0,00%
5. Sabonete – Teixeira – 0,00%
6. Bastiana – Teixeira – 0,00%
7. Livramento (Russos) – Gurjão – 0,01%
8. Lagoa do Meio – Taperoá – 0,02%
9. São Mamede – São Mamede – 0,03%
10. Bichinho – Barra de São Miguel – 0,06%
11. São José IV – São José do Sabugi – 0,07%
12. Roçado – Conceição – 0,07%
13. Riacho das Moças – Teixeira – 0,11%
14. São Francisco II – Teixeira – 0,15%
15. Ouro Velho – Ouro Velho – 0,51%
16. Curimataú – Barra de Santa Rosa – 0,53%
17. Várzea – Várzea – 0,72%
18. Farinha – Patos – 0,74%
19. São Paulo – Prata – 0,90%
20. Coronel Jueca – Cacimbas – 0,99%
21. Taperoá II (Manoel Marcionilo) – Taperoá – 1,14%
22. Escondido – Belém do Brejo do Cruz – 1,64%
23. Prata II – Prata – 1,65%
24. Várzea Grande – Picuí – 1,77%
25. Soledade – Soledade – 2,04%
26. Riacho de Santo Antônio – Riacho de Santo Antônio – 2,42%
27. Boqueirão do Cais – Cuité – 2,74%
28. Algodão – Algodão de Jandaíra – 2,79%
29. Pilões – São João do Rio do Peixe – 2,79%
