Professora apavora crianças em sala de aula afirmando que alunos vão morrer se Flávio vencer: “Ele ia te matar”


A prefeita Gislaine Franzotti, do Município de Potirendaba, no interior de São Paulo, divulgou um vídeo estarrecedor, que revela o que vem acontecendo em salas de aula de todos os níveis de ensino no Brasil: um clima de terrorismo criado por professores defensores da reeleição de Lula, constrangendo alunos de todas as idades.

Conforme a própria prefeita, uma câmera de segurança gravou o momento em que uma professora, que não teve o nome revelado, associa o candidato Flávio Bolsonaro ao nazismo e ao fascismo, chegando a afirmar que se o candidato do PL ganhar, várias crianças na sala de aula que não são ricas e brancas morreriam.

“Se o nazismo acontecesse hoje, ou se algum governo com o qual a gente corre esse risco, né. A gente corre muito o risco de o país virar um fascismo”, diz a professora em um trecho.

Em seguida, um dos alunos pergunta o que é fascismo, e a mulher responde: “É extrema direita, que prega Deus, pátria e família”. Na sequência, outro aluno indaga se é a mesma coisa que o candidato Flávio Bolsonaro defende. “Mesma coisa. É o que o Flávio Bolsonaro e o Bolsonaro querem fazer. Então, a gente corre o risco de entrar em uma era dessa, só de brancos e ricos”, comenta a professora.

“Ia sobreviver pouca gente. Oh, você ia morrer, pois você é parda [..] Ela não, ele não, pois é loirinho de olho claro”, comenta. Ao ouvir o pronunciamento, uma criança ainda questiona: “Professora, então eu ia morrer, né?”. A professora responde: “Claro que iria, você está lá com um pezinho na senzala”. 

O caso foi descoberto porque uma mãe enviou mensagem para o Instagram da prefeita do município dizendo que a filha, de 11 anos, chegou em casa chorando, aterrorizada pela fala da professora. Ao checar a câmera, o caso foi confirmado.

Diante do ocorrido, a Prefeitura de Potirendaba informou que a professora foi afastada e será alvo de procedimento administrativo. Nas redes sociais, Gislaine afirmou que o ocorrido reforça a importância da presença de câmeras em sala de aula.

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