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Opinião: “As importantes eleições de 2022 no Brasil e terceira via - II”


Por Waltair Pecheco de Brito Jr.


Em um segundo plano, mas, não menos importante que o primeiro, onde o eleitor faz a escolha pensando no tamanho do País que ele quer no cenário mundial escolhendo seu presidente assim como seus representantes no Congresso Nacional, vem a escolha na esfera estadual, governador e deputados estaduais que definem o tamanho do seu estado no âmbito Nacional e a condição de vida de cada cidadão no seu estado.

O direito assim como a responsabilidade se repete neste cenário, neste plano, e é de fundamental importância uma reflexão antes de votar.

Embora haja neste segundo momento uma ideia mais próxima de que em muitos estados se viva uma realidade de terceira via a ser votada, é quase utópico tal pensamento tendo em vista a real experiência de polarização que se vê hoje no mundo e na esfera Nacional, ser uma prática interna no Brasil, ou seja, ser a realidade vivida nos estados, como já foi nas eleições municipais 2020.

Mais uma vez o eleitor se vê diante de dois aspectos ou duas formas antagônicas de governo. O número de candidatos e ou partidos é o que menos importa, o que se tem no final são as propostas que cada um apresenta e que de forma consciente para alguns e até mesmo inconsciente para outros ficam registradas para uma decisão, uma escolha.

Invariavelmente as propostas que são selecionadas estão diretamente relacionadas aos conceitos de direita ou de esquerda, isto é, o que os candidatos de um ou outro lado propõe para o cidadão. Seja, a educação, segurança pública, saúde meio ambiente, etc., o mundo está divido entre o que a direita ou esquerda, capitalismo ou socialismo pensa sobre cada um destes quesitos, não há como fugir disso, não há meio termo, terceira proposta, terceira via.

O que separa um eleitor do outro é exatamente a visão, sentimento, desejo ou ainda a intenção de como cada um quer ou pensa viver, o que quer para si e para os seus. 

É importante frisar que as experiências de governos de direita e esquerda dentro do âmbito nacional devem ser levadas em conta, isto é, fazer uma retrospectiva dos últimos 20 anos por exemplo, observar hoje os estados governados por direitistas e esquerdistas, e vê os resultados, sua relevância dentro ou para o desenvolvimento do País, analisar seus índices econômicos, IDH etc., vê a qualidade de vida que é oferecida aos cidadãos.

Um quesito que não pode ser esquecido nestas eleições, é a pandemia, faz-se necessário que o eleitor analise os candidatos e seus posicionamentos em ralação ao enfrentamento da mesma, como cada um enxergou e ou pontuou e ainda o faz sobre o assunto. Para os que buscam reeleger-se, isto é mais crucial ainda, a diferença entre administrações de um e outro lado foi gritante.

Um lado defendeu medidas extremas como o lock dow, obrigatoriedade de vacinas, fechamento de comercio, de igrejas, foi a turma do fica em casa, dos superfaturamentos nas compras de respiradores e outros equipamentos, foi ainda a turma dos calotes, das fraudes, dos desvios, que trouxe como resultado destas ações todas, desemprego, falências, doenças psicossomáticas, outros problemas mais, além de uma grave crise econômica para a Nação.

O outro lado defendeu medidas menos drásticas, uma análise mais cautelosa da situação, defendeu a preservação da vida, mas, também dos empregos, dos negócios, da economia, procurou soluções menos invasivas claustrofóbicas para o povo, investiu de verdade na prevenção da doença sobre todos os pontos, combateu com austeridade inteligência e perspicácia o problema.

O eleitor é quem escolhe qual o tamanho e a importância do seu estado dentro do País, e a condição de vida que quer para viver.

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Waltair Barbosa Pacheco de Brito Junior é brasileiro, natural de Campina Grande/PB. Nascido em 04 de setembro de 1965, é formado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual da Paraíba, cristão e casado.

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