Especialista afirma que possibilidade de efeitos químicos e até radioativos no Açude Velho não pode ser descartada

Humberto Barbosa no Jornal do Meio-Dia / Imagem: Pedro Pereira

O pesquisador Humberto Barbosa, fundador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lápis) e responsável por um amplo estudo sobre o Açude Velho, em Campina Grande, afirmou que o baixo volume do Açude Velho e a recarga de esgotos vinda do Canal das Piabas não explica a mortandade sem precedentes de peixes em janeiro.

Em entrevista ao Jornal do Meio-Dia da Campina FM, Humberto contou que o Açude Velho já viveu períodos de maior seca, inclusive recentemente, sem o mesmo efeito.

E acrescentou um detalhe importante: ele não descarta o efeito de elementos químicos e até radioativos na água.

De acordo com Humberto Barbosa, é essencial observar os resultados dos laudos da perícia, trabalho que foi realizado pela Polícia Civil, através do Instituto de Polícia Científica, e que ainda não teve suas conclusões divulgadas.

SOBRE O PESQUISADOR

Humberto Barbosa tem formação em Ciência Atmosféricas pela UFPB em Campina Grande (hoje UFCG), bem como em satélites pelo Instituto Nacional de Pesquisas Especiais, além de água, solos e ambientes pela Universidade do Arizona, atuando atualmente no Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lápis).

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