Campina Grande enfrenta um cenário de desorganização administrativa que já impacta diretamente a vida de quem mantém a cidade funcionando. A denúncia foi feita pela vereadora Jô Oliveira, que usou as redes sociais para relatar a situação vivida por trabalhadores e trabalhadoras da limpeza urbana.
Segundo a parlamentar, funcionários precisaram se reunir na sede da SESUMA para cobrar o básico, salários atrasados. O indicativo de greve chegou a ser anunciado, mas foi suspenso após o pagamento parcial. Mesmo assim, os problemas continuam. A empresa terceirizada responsável pelo serviço segue sem pagar o adicional de insalubridade e não assegura a entrega das cestas básicas que substituem o auxílio-alimentação.
Para Jô Oliveira, o episódio não é isolado. Há uma série de denúncias recorrentes envolvendo atrasos de pagamento, precarização das condições de trabalho e desrespeito sistemático aos direitos trabalhistas em diversas áreas da gestão municipal. Enquanto isso, a Prefeitura, segundo ela, se omite, empurra responsabilidades e nunca reconhece falhas de gestão.
A vereadora afirma que, em Campina Grande, trabalhadores e trabalhadoras estão sendo empurrados para a insegurança, o endividamento e a humilhação pública de precisar protestar para receber aquilo que é seu por direito.
Fonte: Oxente Brasil
