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Dez perguntas sobre como a nomeação de Eva embaralha a política local


Por Lenildo Ferreira

Agora há pouco veio à tona a informação de que o governador João Azevêdo (Cidadania) nomeou Eva Gouveia (PSD) para um cargo que, trocando em miúdos, deverá ser equivalente à antiga Secretaria de Estado da Interiorização. 

Aliás, os aspectos burocráticos do ato rendem considerações a serem traçadas em outro momento. 

Por ora, ao invés de analisar os fatos diretos e transversais dessa nomeação, cabe muito mais se desfiar um rosário de perguntas. A seguir, apenas algumas:

1) A nomeação foi acordada com Romero Rodrigues?

2) A nomeação foi acordada ou, pelo menos, comunicada a Bruno Cunha Lima?

3) Como fica a relação de Eva com a gestão municipal?

4) O gesto de João implica em prestigiar diretamente Romero, sendo Eva a intermediária?

5) Eva (e Romero?) passam a ter mais relevância em Campina, no que se refere ao Governo do Estado, que Ana Cláudia/Veneziano?

6) Aliás, a situação de Ana e Veneziano em relação a João não fica cada vez mais insustentável? 

7) Por sinal, há um esforço de João Azevêdo quanto a Ana/Veneziano no estilo Capitão Nascimento: “Pede pra sair”?

8) Pimentel Filho, que assume o mandato na CMCG e está alinhado a Nilvan Ferreira (PTB) em dura oposição ao governador, sabia da novidade?

9) Correligionário do prefeito, mas chegando à Câmara pelas mãos de João, como fica a relação de Pimentel com Bruno?

10) A natureza do cargo de Eva será de secretaria adjunta? Em caso afirmativo, isso não feriria a Lei Orgânica Municipal? E, ainda em caso afirmativo, Eva tem certeza total, plena e absoluta que não sofrerá qualquer dor de cabeça jurídica?

Responda quem puder. E souber.  

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