No que estamos votando? - Leia o novo artigo de Waltair Pacheco de Brito Jr.


Estas eleições 2026 no Brasil possui algumas questões presentes em seu contexto que fazem desta se não, a mais importante e fundamental da história, uma das, haja vista o que está em jogo, o que temos no tabuleiro ofertado para que tomemos a decisão de votar, desta feita para o segundo e decisivo turno das eleições.

Segundo o Nobel de Economia Daron Acemoglu esta eleição brasileira de 2026, é a mais importante do mundo depois das eleições dos Estados Unidos, apontando ele para os reflexos que o resultado desta pode trazer para a estabilidade da América Latina, bem como para o cenário global.

Com um mundo cada vez mais entrelaçado pela geopolítica, isto é, cada vez mais as decisões de uma Nação não dizem respeito somente a mesma, mas têm reflexo no mundo, haja vista, a sua geografia, seus recursos naturais, etc., influenciam o poder político e as relações internacionais.

E o Brasil é um País que possui uma das mais fortes características da geopolítica, sua localização, dimensão, recursos naturais, clima e predominância no continente, atraem os olhares e interesses de todas as Nações, sendo assim claro e evidente o impacto no resultado das eleições.

E o que tudo isso tem a ver com as eleições?

Polarização, não entre PL e PT, não entre Flávio e Lula, mas polarização de ideias, conceitos, propostas, governo, e geopolítica, ou seja, diante de nós está posto dois planos de governo, formas de pensar política, completamente e proporcionalmente opostos entre si.

A polarização se dá no que cada um representa pensa e quer para o Brasil, para a vida cotidiana de cada um de nós cidadãos brasileiros, para as instituições sejam elas públicas, privadas e religiosas, para os poderes constituídos democraticamente.

É notório ou facilmente visto que um representa, pensa e quer: um País livre, soberano, democrático, de oportunidades, de projeção mundial austera, de equilíbrio e harmonia entre os poderes, de segurança jurídica, de direitos iguais para o cidadão.

Ainda, de combate ao crime, seja este organizado ou não, de fortalecimento da economia com uma politica voltada a quem produz e enriquece a Nação, de relações internacionais com Países democráticos, de não as ideologias nefastas, de liberdades, religiosas, culto e expressão.

Um País que dê voz aos nordestinos, tão ignorados, explorados e desprezados, que reprova a censura, de politicas públicas sociais reais e efetivas, que aproveite a capacidade produtora da agricultura e promova segurança alimentar para todos.

Não diferente do primeiro, é claro e evidente o que está representado, pensado e desejado na proposta oposta: um País escravizado por ideologias nefastas, por um estado ditador, de liberdade e democracia relativas, submisso a uma ordem mundial nociva.

Um País sem segurança jurídica, de projeção caricata ao mundo, de relações com Nações ditatoriais, sem combate ao crime, de direitos de minorias, de empobrecimento da economia, de intolerância religiosa  e expressão, de partidarismo e favorecimento entre os poderes.

Ainda, de politica de perseguição a quem produz, de empobrecimento dos cidadãos, de falência das empresas públicas, de silenciar o nordeste, fazendo deste um curral eleitoral mantendo-o na pobreza e ignorância, de destruição da educação em nome das ideologias.

Um modelo que representa um País dividido em classes e ou grupos, de inversão de valores e papéis, de ativismo e militância financiada, do emburrecimento e alienação das pessoas, da destruição dos pilares de uma sociedade, Deus, Pátria e Família.

Pense e reflita no que você quer para você, seus filhos, netos, para o povo, para o Brasil.

Domingo, 25 você escolhe e somente entre estas duas opções, você é quem decide!


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